{"id":110,"date":"2024-01-05T07:29:04","date_gmt":"2024-01-05T10:29:04","guid":{"rendered":"https:\/\/demo-newscrunch.spicethemes.com\/demo-three\/?p=110"},"modified":"2025-06-12T19:26:11","modified_gmt":"2025-06-12T22:26:11","slug":"monte-roraima-o-que-encontramos-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/2024\/01\/monte-roraima-o-que-encontramos-la\/","title":{"rendered":"Monte Roraima, o que encontramos l\u00e1?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Locais e pontos de interesse<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1.&nbsp;<strong>Paraitepui<\/strong>, 1473m, comunidade ind\u00edgena pem\u00f3n. In\u00edcio da trilha. Local onde pode-se contratar guias, porteadores e servi\u00e7os diversos.<\/p>\n\n\n\n<p>2.&nbsp;<strong>Acampamento Rio Tek<\/strong>, 1100m, pouco antes de atravessar o Rio e \u00faltimo local de comida e bebidas a venda.<\/p>\n\n\n\n<p>3.&nbsp;<strong>Acampamento do Rio Kuken\u00e1n<\/strong>, 1100m, opcional ao anterior, fica ap\u00f3s atravessar os 2 rios.<\/p>\n\n\n\n<p>4.&nbsp;<strong>Acampamento Base Militar<\/strong>, 1500m, pr\u00f3ximo de ponto de \u00e1gua pot\u00e1vel e mais simples, por isso chamado de militar.<\/p>\n\n\n\n<p>5.&nbsp;<strong>Acampamento La Base<\/strong>, 1874m, localizado muito pr\u00f3ximo a base da montanha e de um rio para banho. Tem mais espa\u00e7os planos para muitas barracas.<\/p>\n\n\n\n<p>6.&nbsp;<strong>La Rampa<\/strong>, caminho de subida para o cume. \u00c9 o mesmo feito pelos primeiros exploradores ingleses em 1884.<\/p>\n\n\n\n<p>7.&nbsp;<strong>El Paso de las Lagrimas<\/strong>, parte final da subida de La Rampa e fica sempre molhada devido a cachoeira que cai ali como uma leve chuva.<\/p>\n\n\n\n<p>8.&nbsp;<strong>El Maverick ou El Carro<\/strong>, \u00e9 uma forma\u00e7\u00e3o rochosa que se assemelha ao antigo carro Ford Maverick de 1978.<\/p>\n\n\n\n<p>9.&nbsp;<strong>Los Hoteles<\/strong>&nbsp;s\u00e3o esp\u00e9cies de cavernas ou grutas, ou mesmo pequenos parapeitos na rocha, onde \u00e9 poss\u00edvel se montar acampamento e ficar mais protegido da chuva e do vento. Existem 12 no lado venezuelano (Arabop\u00f4, Arenal, Bas\u00edlio, Bol\u00edvar, El Indio, Guacharo, Maverick, Principal, Sucre, S\u00e3o Francisco, Uno e Yakuzzi) e 2 no lado brasileiro para quem vai na Proa (Coati e Nuevo).<\/p>\n\n\n\n<p>10.&nbsp;<strong>Las Ventanas<\/strong>, s\u00e3o os mirantes nas bordas do tepui e existem v\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>11.&nbsp;<strong>La Ventana al Kuken\u00e1n<\/strong>&nbsp;\u00e9 o mirante mais famoso e fica no extremo sul-oriental do tepui de onde \u00e9 poss\u00edvel ver a face principal do Kuken\u00e1n e suas cachoeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>12.&nbsp;<strong>Jacuzzis<\/strong>&nbsp;s\u00e3o pequenas piscinas ou po\u00e7os de \u00e1gua cristalina com cristais de quartzo formados pelo escoamento das \u00e1guas no cume.<\/p>\n\n\n\n<p>13.&nbsp;<strong>Cueva de Los Gu\u00e1charos<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma gruta profunda na parede sul do tepui onde habitava uma colonia de aves chamadas de Gu\u00e1charos ou p\u00e1ssaro do petr\u00f3leo (Steatomis Caripensis).<\/p>\n\n\n\n<p>14.&nbsp;<strong>C\u00e2nion de Los Gu\u00e1charos<\/strong>&nbsp;\u00e9 um c\u00e2nion de profundidade entre 50m e 100m com mirantes, para onde atualmente migraram as col\u00f4nias dessa ave e podem observadas de longe.<\/p>\n\n\n\n<p>15.&nbsp;<strong>Valles de los Cristales<\/strong>&nbsp;s\u00e3o pequenos vales onde os cristais de quartzo afloram \u00e0 superf\u00edcies e existem v\u00e1rios deles espalhados pelo plat\u00f4.<\/p>\n\n\n\n<p>16.&nbsp;<strong>Punto Triple<\/strong>&nbsp;\u00e9 o marco geogr\u00e1fico da tr\u00edplice fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana Essequiba (Zona em reclama\u00e7\u00e3o), onde existe um obelisco de refer\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>17.&nbsp;<strong>El Foso<\/strong>&nbsp;\u00e9 um fosso ou cratera criado pela eros\u00e3o onde existe \u00e1gua represada e pode-se tomar banho com cuidado.<\/p>\n\n\n\n<p>18.<strong>&nbsp;Lago Gladys<\/strong>&nbsp;\u00e9 um pequeno lago no cume do Roraima cujo nome \u00e9 em homenagem ao personagem do livro Mundo Perdido de Conan Doyle. A descida ao lago exige muito cuidado ou uso de cordas devido a sua altitude.<\/p>\n\n\n\n<p>19.&nbsp;<strong>C\u00e2nion de La Proa<\/strong>&nbsp;\u00e9 um c\u00e2nion de profundidade em torno de 20 a 30 metros que \u00e9 preciso passar para chegar na Proa.<\/p>\n\n\n\n<p>20.&nbsp;<strong>La Proa<\/strong>&nbsp;\u00e9 a extremidade mais ao norte do tepui, uma ponta estreita com a inscri\u00e7\u00e3o de Bienvenidos a la proa.<\/p>\n\n\n\n<p>20.&nbsp;<strong>Mirador Grande de La Proa&nbsp;<\/strong>fica a direita da Proa sendo uma pedra arrojada para fora montanha com vista privilegiada da Gran Sabana e da floresta amaz\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p>21.&nbsp;<strong>Mirador de la Punta de Piedra<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma ponta de pedra situada antes de se atravessar o c\u00e2nion e permite fotos com uma vista panor\u00e2mica da Gran Savana sobre o abismo e com a cachoeira do rio Salamandra ao lado.<\/p>\n\n\n\n<p>21.<strong>&nbsp;Los Laberintos<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma regi\u00e3o extensa e isolada entre o hotel Coati e o Lago Gladys situada ao lado oeste do plat\u00f4 e composta de gigantescos mon\u00f3litos de pedra formando um verdadeiro labirinto.<\/p>\n\n\n\n<p>22.&nbsp;<strong>Ponto culminante do territ\u00f3rio brasileiro<\/strong>&nbsp;\u00e9 o ponto que corresponde ao 7\u00ba local mais alto do Brasil, segundo o IBGE e fica numa montanha no caminho da Proa.<\/p>\n\n\n\n<p>23.&nbsp;<strong>Valle del Arapob\u00f4<\/strong>&nbsp;\u00e9 um vale extenso do rio Arapob\u00f4, coberto de plantas aqu\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p>24.&nbsp;<strong>Encuentro de las catedrales<\/strong>&nbsp;s\u00e3o enormes mon\u00f3litos que se juntam lembrando catedrais.<\/p>\n\n\n\n<p>25.&nbsp;<strong>La Tortuga&nbsp;<\/strong>\u00e9 um mon\u00f3lito gigante com formato de tartaruga desafiando as leis da gravidade.<\/p>\n\n\n\n<p>26.<strong>&nbsp;El peque\u00f1o elefante&nbsp;<\/strong>s\u00e3o eros\u00f5es num rochedo que a dist\u00e2ncia lembra a forma de um filhote de elefante.<\/p>\n\n\n\n<p>27.&nbsp;<strong>Los delfines&nbsp;<\/strong>s\u00e3o mon\u00f3litos enormes de pedra dispostos como se fossem golfinhos gigantescos petrificados.<\/p>\n\n\n\n<p>28.<strong>&nbsp;El alien\u00edgena<\/strong>&nbsp;s\u00e3o blocos de rocha enorme com uma eros\u00e3o ruiniforme que lembra monstros alien\u00edgenas de um filme de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>29.&nbsp;<strong>Animais e Plantas \u00fanicas<\/strong>&nbsp;do tepui, que existem em diversas locais, sendo as mais famosas as 2 esp\u00e9cies de min\u00fasculas&nbsp;<strong>r\u00e3zinhas pretas&nbsp;<\/strong>e as 4 esp\u00e9cies de&nbsp;<strong>plantas carn\u00edvoras<\/strong>&nbsp;inset\u00edvoras.<\/p>\n\n\n\n<p>30. Pequenas<strong>&nbsp;florestas de plantas carn\u00edvoras<\/strong>&nbsp;no caminho da Proa.<\/p>\n\n\n\n<p>31. Restos de um&nbsp;<strong>helic\u00f3ptero que caiu&nbsp;<\/strong>pr\u00f3ximo da Proa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>31 locais e pontos de interesse para voc\u00ea visitar no tepuy.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":915,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"ppma_author":[56],"class_list":["post-110","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-expedicoes"],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b.jpg",2292,1059,false],"thumbnail":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-300x139.jpg",300,139,true],"medium_large":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-768x355.jpg",640,296,true],"large":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-1366x631.jpg",640,296,true],"1536x1536":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-1536x710.jpg",1536,710,true],"2048x2048":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-2048x946.jpg",2048,946,true],"enternews-slider-full":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-1280x845.jpg",1280,845,true],"enternews-featured":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-1024x473.jpg",1024,473,true],"enternews-medium":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/MonteRoraima_locais-especiais_b-720x475.jpg",720,475,true]},"author_info":{"info":["Erick Eas               \n            "]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/category\/expedicoes\/\" rel=\"category tag\">Expedi\u00e7\u00f5es<\/a>","tag_info":"Expedi\u00e7\u00f5es","comment_count":"0","authors":[{"term_id":56,"user_id":2,"is_guest":0,"slug":"webmaster","display_name":"Erick Eas","avatar_url":{"url":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Erick-naProa_FotoLucas_close.jpg","url2x":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Erick-naProa_FotoLucas_close.jpg"},"author_category":"1","first_name":"Erick","last_name":"Eas","user_url":"","job_title":"","description":"Erick Edgar Aliaga Sanz \u00e9 explorador e empreendedor apaixonado por natureza e desafios ao ar livre. Bacharel em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica pela FGV\/RJ, tamb\u00e9m cursou Engenharia Eletr\u00f4nica na PUC\/RJ, mas foi nas trilhas e montanhas que encontrou seu verdadeiro caminho. J\u00e1 subiu diversas vezes nove das dez montanhas mais altas do Brasil, realizou nove expedi\u00e7\u00f5es ao Monte Roraima, tr\u00eas travessias pela Serra Fina em dois dias, quase vinte pela hist\u00f3rica Trilha do Ouro e oito travessias Petr\u00f4-Ter\u00ea em apenas um ou dois dias, e diversas outras pela Am\u00e9rica do Sul.\r\n\r\nNa Amaz\u00f4nia, organizou expedi\u00e7\u00f5es independentes ao Pico da Neblina, Monte Cabura\u00ed, Serra do Arac\u00e1, Parque do Ja\u00fa e outros destinos pouco explorados. Atualmente, conduz o projeto Quatro Extremos do Brasil, que une aventura e registro cultural, relevando os povos origin\u00e1rios e ancestrais que vivem nos pontos mais distantes, Sul, Norte, Oeste e Leste, do territ\u00f3rio nacional. Al\u00e9m das expedi\u00e7\u00f5es, foi produtor executivo de cinema, editor de jornais e revistas, fundou e presidiu associa\u00e7\u00f5es e empresas. Associado do <a href=\"https:\/\/www.ceb.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEB<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.cerj.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CERJ<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.carioca.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEC<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.ceubrasil.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEU<\/a>, foi membro do <a href=\"https:\/\/www.guanabara.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEG<\/a> e da <a href=\"https:\/\/feemerj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> FEMERJ<\/a>, associa\u00e7\u00f5es de montanhismo do RJ e SP. \u00c9 um defensor das causas ind\u00edgenas, sociais e ambientais.\r\n"}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=110"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":920,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110\/revisions\/920"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media\/915"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=110"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}