{"id":1518,"date":"2018-03-01T18:38:00","date_gmt":"2018-03-01T21:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/?p=1518"},"modified":"2025-06-19T18:43:20","modified_gmt":"2025-06-19T21:43:20","slug":"projeto-4-extremos-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/2018\/03\/projeto-4-extremos-do-brasil\/","title":{"rendered":"Projeto 4 Extremos do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O projeto<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 2018 tr\u00eas montanhistas, dos estados de RJ, SP e MG criaram o desafio de se preparar e ir aos 4 pontos mais extremos do Brasil, no Sul, no Norte, no Oeste e no Leste para conhecer os habitantes dessas long\u00ednquas regi\u00f5es. Antes da pandemia foi realizada a primeira expedi\u00e7\u00e3o reunido um grupo de amigos para essa aventura. O projeto foi interrompido com a pandemia. Nesta segunda fase, p\u00f3s pandemia, outros montanhistas aderiram ao projeto, todos se preparando para cruzar trilhas terrestres e fluviais, atravessar centenas de quil\u00f4metros de praias, de montanhas e de selva, por rios e at\u00e9 mesmo pelo oceano, em barcos e veleiro, por canoas e a p\u00e9, enfrentando os desafios da natureza e animais perigosos, treinando e at\u00e9 mesmo alguns aprendendo a velejar. Concomitantemente, o grupo majoritariamente oriundo das metr\u00f3poles dos grandes centros do Sudeste, ao estabelecer contatos com os povos origin\u00e1rios leva doa\u00e7\u00f5es e contribui\u00e7\u00f5es em diversas a\u00e7\u00f5es de apoio e solidariedade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O objetivo<\/h2>\n\n\n\n<p>Alcan\u00e7ar pelas formas tradicionais, por terra, por rios e por mar, os 4 Extremos do Brasil, os pontos geogr\u00e1ficos oficiais no sul, norte, oeste e leste, superando os desafios encontrados e visando realizar um document\u00e1rio e uma publica\u00e7\u00e3o, f\u00edsica ou online, das expedi\u00e7\u00f5es e dos povos origin\u00e1rios que habitam ou habitaram esses extremos, incluindo seus relatos, hist\u00f3ria, cultura e tradi\u00e7\u00f5es orais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EXTREMO SUL:<\/strong> alcan\u00e7ar o arroio do Chu\u00ed na fronteira do sul delimitadas no s\u00e9culo XIX com o surgimento do Brasil como na\u00e7\u00e3o independente. Os povos origin\u00e1rios que habitavam a regi\u00e3o sul da col\u00f4nia portuguesa e norte da col\u00f4nia espanhola eram os Guaranis, atualmente dispersos em 5 pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EXTREMO NORTE<\/strong>: alcan\u00e7ar o marco B\/BG-11-A na fronteira com a Guiana que foi delimitada junto a nascente do Rio Aylan (Ail\u00e3). Os povos origin\u00e1rios que ali habitam s\u00e3o os Ingarik\u00f3s que se autodenominam Kakpon que significa \u201cpovo do\/no c\u00e9u\u201d ou \u201cpovo das\/nas alturas\u201d. Tem em torno de 12 aldeias sendo a aldeia Manalai (Manairai) a refer\u00eancia para o extremo norte.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EXTREMO OESTE<\/strong>: alcan\u00e7ar o marco na nascente do Rio Moa, fronteira com o Peru. Nessa regi\u00e3o habitam os povos ind\u00edgenas Naw\u00e1, em sua maioria na margem direita do rio Moa e os Nukinis na margem esquerda do rio Moa .<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EXTREMO LESTE<\/strong>: circunavegar de veleiro a ilha de Martim Vaz, de origem vulc\u00e2nica, inabitada. Ancorar em Trindade e conhecer os brasileiros que ali residem isolados no meio do oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n\n\n\n<p>Para conhecer o projeto 4 Extremos do Brasil, saber quem est\u00e1 participando e como voc\u00ea pode participar, entre no site do projeto neste link:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/4xtremos.montanhas.eco.br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/4xtremos.montanhas.eco.br<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto Em 2018 tr\u00eas montanhistas, dos estados de RJ, SP e MG criaram o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1519,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"ppma_author":[56],"class_list":["post-1518","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-projetos"],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos.jpg",1500,1500,false],"thumbnail":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos-300x300.jpg",300,300,true],"medium_large":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos-768x768.jpg",640,640,true],"large":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos-1024x1024.jpg",640,640,true],"1536x1536":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos.jpg",1500,1500,false],"2048x2048":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos.jpg",1500,1500,false],"enternews-slider-full":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos-1280x845.jpg",1280,845,true],"enternews-featured":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos-1024x1024.jpg",1024,1024,true],"enternews-medium":["https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/4extremos-720x475.jpg",720,475,true]},"author_info":{"info":["Erick Eas               \n            "]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/category\/projetos\/\" rel=\"category tag\">Projetos<\/a>","tag_info":"Projetos","comment_count":"0","authors":[{"term_id":56,"user_id":2,"is_guest":0,"slug":"webmaster","display_name":"Erick Eas","avatar_url":{"url":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Erick-naProa_FotoLucas_close.jpg","url2x":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Erick-naProa_FotoLucas_close.jpg"},"author_category":"1","first_name":"Erick","last_name":"Eas","user_url":"","job_title":"","description":"Erick Edgar Aliaga Sanz \u00e9 explorador e empreendedor apaixonado por natureza e desafios ao ar livre. Bacharel em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica pela FGV\/RJ, tamb\u00e9m cursou Engenharia Eletr\u00f4nica na PUC\/RJ, mas foi nas trilhas e montanhas que encontrou seu verdadeiro caminho. J\u00e1 subiu diversas vezes nove das dez montanhas mais altas do Brasil, realizou nove expedi\u00e7\u00f5es ao Monte Roraima, tr\u00eas travessias pela Serra Fina em dois dias, quase vinte pela hist\u00f3rica Trilha do Ouro e oito travessias Petr\u00f4-Ter\u00ea em apenas um ou dois dias, e diversas outras pela Am\u00e9rica do Sul.\r\n\r\nNa Amaz\u00f4nia, organizou expedi\u00e7\u00f5es independentes ao Pico da Neblina, Monte Cabura\u00ed, Serra do Arac\u00e1, Parque do Ja\u00fa e outros destinos pouco explorados. Atualmente, conduz o projeto Quatro Extremos do Brasil, que une aventura e registro cultural, relevando os povos origin\u00e1rios e ancestrais que vivem nos pontos mais distantes, Sul, Norte, Oeste e Leste, do territ\u00f3rio nacional. Al\u00e9m das expedi\u00e7\u00f5es, foi produtor executivo de cinema, editor de jornais e revistas, fundou e presidiu associa\u00e7\u00f5es e empresas. Associado do <a href=\"https:\/\/www.ceb.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEB<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.cerj.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CERJ<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.carioca.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEC<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.ceubrasil.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEU<\/a>, foi membro do <a href=\"https:\/\/www.guanabara.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEG<\/a> e da <a href=\"https:\/\/feemerj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> FEMERJ<\/a>, associa\u00e7\u00f5es de montanhismo do RJ e SP. \u00c9 um defensor das causas ind\u00edgenas, sociais e ambientais.\r\n"}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1518","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1518"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1518\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1522,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1518\/revisions\/1522"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1519"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1518"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1518"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1518"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=1518"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}