{"id":794,"date":"2020-03-09T11:46:00","date_gmt":"2020-03-09T14:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/?p=794"},"modified":"2025-06-12T19:09:36","modified_gmt":"2025-06-12T22:09:36","slug":"o-pico-da-pedra-branca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/2020\/03\/o-pico-da-pedra-branca\/","title":{"rendered":"O pico da Pedra Branca"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Fazia muito tempo que desej\u00e1vamos voltar ao pico da Pedra Branca, a montanha mais alta da cidade do Rio de janeiro, com 1025 m de altitude\u2026 Na primeira vez que fui, a muitos anos atr\u00e1s, me lembro que vi Arauc\u00e1rias e Pinheiros, algo que jamais imaginaria que ter\u00edamos na cidade maravilhosa de forma natural.<\/p>\n\n\n\n<p>O Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB) \u00e9 simplesmente uma das maiores florestas urbanas do mundo, maior que a Floresta da Tijuca, com 124 km quadrados de extens\u00e3o, \u00e9 um colosso onde voc\u00ea sente estar fora da cidade, como tendo viajado para uma floresta distante, mas \u00e9 aqui mesmo, perto de onde moramos\u2026 A sua hist\u00f3ria envolve v\u00e1rios s\u00e9culos da pr\u00f3pria hist\u00f3ria do Brasil possuindo in\u00fameros rios, quilombos, ru\u00ednas, igrejas antigas, cavernas e grutas, muitas cachoeiras e montanhas, al\u00e9m de algumas pedras espetaculares para escalada, trilhas e descobertas. H\u00e1 muitas trilhas, inclusive a Trilha Transcarioca o corta por toda sua extens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali residem \u00e1rvores gigantescas e centen\u00e1rias, talvez as maiores que ainda existem no Rio de Janeiro\u2026 h\u00e1 exemplares raros de Pau-Brasil (Caesalpinia echinata), Copa\u00edba, Jacarand\u00e1-da-Bahia e Figueira Vermelha ainda preservados no cora\u00e7\u00e3o dessa floresta em estado avan\u00e7ado de regenera\u00e7\u00e3o, pois nos s\u00e9culos passados, durante os ciclos do caf\u00e9 e cana-de-a\u00e7\u00facar, sofreu muito com a sua devasta\u00e7\u00e3o, inclusive por carvoarias que produziam carv\u00e3o com suas \u00e1rvores.<\/p>\n\n\n\n<p>A fauna do PEPB \u00e9 vasta havendo quase 500 esp\u00e9cies registradas e mais da metade de todas as esp\u00e9cies de aves existentes no Estado do Rio se encontram ali. Existem dezenas de esp\u00e9cies de mam\u00edferos incluindo v\u00e1rios com amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o, pois s\u00e3o objeto da cobi\u00e7a de ca\u00e7adores, infelizmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, visitar a montanha mais alta do Rio de Janeiro no maci\u00e7o da Pedra Branca era quase uma necessidade para se sentir mais perto da natureza vivendo numa metr\u00f3pole extremamente conturbada e a\u00e7oitada pela a\u00e7\u00e3o desmedida do homem.<\/p>\n\n\n\n<p>O PEPB esteve nas manchetes dos jornais recentemente pelas not\u00edcias de uma tromba d\u2019\u00e1gua em um dos seus rios e que inundou v\u00e1rias regi\u00f5es de Jacarepagu\u00e1 e da Zona Oeste da cidade\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Planejamos ir no s\u00e1bado 07\/03\/20 numa prancheta aberta pela Miriam mas ainda haviam d\u00favidas de como estaria o estado do parque depois dessas chuvas poderosas que ca\u00edram por l\u00e1. Com tudo confirmado e favor\u00e1vel, formamos um grupo de 13 caminhantes membros do CERJ \u2013&nbsp;Antoine,&nbsp;Carla, Carrasqueira,&nbsp;Daniel,&nbsp;Erick, Fernando, H\u00e9rcules,&nbsp;Jandira,&nbsp;Miriam, M\u00f4nica, Rafael,&nbsp;Raquel&nbsp;e&nbsp;Solange \u2013 e fomos em tr\u00eas carros para a portaria principal na estrada do Pau da Fome.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali encontramos outros amigos do CEB que estavam numa atividade preparat\u00f3ria do Curso B\u00e1sico de Caminhada, todos com destino ao pico pois desta vez s\u00f3 o cume interessava a todos.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7amos a trilha as 8:35 numa&nbsp;\u00e1rea da&nbsp;floresta que n\u00e3o tinha sofrido pelas recentes chuvas, pelo menos aparentemente, mas que aquelas \u00e1guas lhes tinham dado uma cor e uma exuber\u00e2ncia brilhante num verde com V mai\u00fasculo de VIDA. Aos&nbsp;900 m&nbsp;de trilha&nbsp;chegamos ao Rio da Pedra Branca, mais cheio que nas vezes anteriores e o atravessamos pelas pedras, e a partir de ali a trilha come\u00e7aria uma subida um pouco mais intensa\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>No caminho passamos pela bifurca\u00e7\u00e3o para cachoeira&nbsp;(aos 2,3km)&nbsp;que seria a nossa parada final ao voltar. Depois 2 horas&nbsp;e 5,1 km&nbsp;de trilha&nbsp;chegamos na Casa Amarela aos 648&nbsp;m de altitude,&nbsp;um pouco mais da metade do caminho. Ali tamb\u00e9m come\u00e7a outra trilha que vai para o Vale do Gunza, Rio da Divisa e o Quilombo da Astrogilda, um lugar sensacional. Momento de descanso, lanche e de recarregar as energias para ir at\u00e9 o cume. Todos caminhando bem, alguns mais \u00e0 frente, alguns atr\u00e1s, e de tempos em tempos reun\u00edamos a fila indiana.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a bifurca\u00e7\u00e3o que vai para o Rio da Prata, subindo \u00e0 direita dela na trilha para o pico a vegeta\u00e7\u00e3o muda pois entramos num vale mais exuberante, passamos v\u00e1rios riachos que ir\u00e3o formar o rio da Pedra Branca, e circundamos a montanha do pico, para subir por tr\u00e1s dela\u2026 Pelo mapa parece um pouco il\u00f3gico ter de caminhar 3x mais para subir por tr\u00e1s mas era o caminho&nbsp;pela crista,&nbsp;menos \u00edngreme,&nbsp;e fomos por ele. Na subida final a vegeta\u00e7\u00e3o volta mudar aparecendo bambuzais com espinhos e a trilha fica um pouco mais fechada. Encontramos um pinh\u00e3o ca\u00eddo, sinal que&nbsp;estamos chegando ao final e, no cume,&nbsp;e&nbsp;encontramos nossos amigos do CEB que tinham partido uma hora antes da gente, abra\u00e7os pra l\u00e1 e pra c\u00e1, meta alcan\u00e7ada.<\/p>\n\n\n\n<p>Eram 12:30, 4 horas ap\u00f3s o in\u00edcio da trilha, estava l\u00e1 aquela enorme&nbsp;pedra&nbsp;como que colocada propositalmente para&nbsp;simbolizar&nbsp;o ponto mais alto do Rio de Janeiro,&nbsp;com um totem&nbsp;(ou obelisco?)&nbsp;constru\u00eddo sobre ela e mais uma barra de metal (sic) que na mesma hora me lembrou um para-raios, mas claro que n\u00e3o era isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Pens\u00e1vamos subir com uma pequeno cordelete que levei porque subir a pedra sem sapatilha \u00e9 um desafio mas, pasmem, agora havia uma escada improvisada com bambus, a aventura final de mini-escalada na pedra n\u00e3o seria mais preciso\u2026.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, dois amigos \u2013 o Rafael e o&nbsp;Daniel&nbsp;\u2013&nbsp; mostraram que s\u00e3o mesmo bons escaladores e subiram nela com habilidade e for\u00e7a e o resto do grupo, inclusive eu, que n\u00e3o conseguiu subir a pedra sem sapatilha, fomos pela escadinha (ops) para tirar a foto de recorda\u00e7\u00e3o no cume\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Havia tanta gente aglomerada naquele cume&nbsp;sobre a pedra&nbsp;com todos entrela\u00e7ados se segurando entre si que pensei se isso n\u00e3o fosse uma pedra j\u00e1 tinha desabado mas tamb\u00e9m pensei comigo que se um cair todos caem pois est\u00e1vamos t\u00e3o unidos em cima daquele mon\u00f3lito estreito\u2026 E fizemos a foto de recorda\u00e7\u00e3o da conquista grupal do cume da pedra D\u2019\u00c1gua! Afinal, para montanhistas s\u00f3 o cume interessa! Mas, ficou a pergunta sem resposta: ser\u00e1 que j\u00e1 subiram ali 13 ao mesmo tempo?\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Depois da festa e do lanche chegou a hora verdade, temos de descer\u2026 e tomar um banho de cachoeira, claro. Eram 13:15 e a descida foi tranquila e r\u00e1pida em pouco tempo, as&nbsp;14:33&nbsp;est\u00e1vamos na&nbsp;Casa&nbsp;Amarela novamente e \u00e0s 15:47 chegamos da bifurca\u00e7\u00e3o&nbsp;para descer nda cachoeira do Rio da Pedra Branca, onde seria o nosso batismo de despedida nas \u00e1guas deliciosas que corriam do maci\u00e7o da Pedra Branca.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo ficou em d\u00favida se daria tempo de ir tomar um banho e voltar antes de escurecer e como eu&nbsp;e outros queriam&nbsp;muito conhec\u00ea-la,&nbsp;pois nas duas vezes anteriores n\u00e3o deu tempo de descer nela, eu disse: s\u00e3o s\u00f3 50m gente, \u00e9 perto, e todos fomos\u2026. Depois de caminhar quase 100 m a cachoeira n\u00e3o aparecia, eu&nbsp;escuto uma voz&nbsp;alta ao longe&nbsp;dizendo \u201cErick voc\u00ea n\u00e3o disse que eram s\u00f3 50 metros?\u201d Era mesmo, mas de ALTITUDE,&nbsp;quase 50 m para descer e&nbsp;mas de&nbsp;trilha&nbsp;era&nbsp;s\u00f3 um&nbsp;pouco&nbsp;mais de 100m\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Minutos depois cheg\u00e1vamos ao leito do rio da Pedra Branca e l\u00e1 estava ela uma cachoeira tripla de uns 8 metros com um pequeno laguinho em frente caindo muita \u00e1gua. Esfor\u00e7o recompensado!! A queda maior era t\u00e3o forte que era como uma pancada no corpo, a intermedi\u00e1ria era uma massagem daquelas que voc\u00ea faz de vez em quando e a mais leve era para relaxar\u2026 Um pouco mais acima havia uma outra cachoeira mais suave e familiar,&nbsp;mais larga e menor altitude,&nbsp;onde vimos uma fam\u00edlia com crian\u00e7as se divertindo. Tudo isso&nbsp;somente a&nbsp;pouco mais de&nbsp;2&nbsp;Km da entrada do parque.<\/p>\n\n\n\n<p>Meia hora depois iniciamos a descida com a alma lavada pelas \u00e1guas da pedra Branca indo at\u00e9 os carros onde havia um bar nos esperando com uma cerveja gelada e o fim de trilha. Eram 17:35. Foi um s\u00e1bado sensacional. Valeu fam\u00edlia CERJ! Valeu Miriam e Carrasqueira, nossa guia e&nbsp;nosso&nbsp;protetor!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Distancia percorrida: 17,1km<\/strong>&nbsp;desde o bar da entrada do parque, ida e volta.<br><strong>Ascens\u00e3o acumulada:1092 metros<\/strong><br><strong>Ponto mais alto: 1023,5m&nbsp;<\/strong><br><strong>Dura\u00e7\u00e3o total: 8h25m<\/strong><br>Tempo em movimento: 6h29m<br><strong>Hora de in\u00edcio: 08:35<\/strong><br>Hora de chegada na Casa Amarela: 10:32<br>Hora de chegada ao cume: 12:30<br>Hora de retorno no cume (in\u00edcio da descida): 13:14<br>Hora de chegada na Casa Amarela na descida: 14:34<br>Hora in\u00edcio descida cachoeira: 15:34<br>Hora retorno a trilha depois da cachoeira:16:15<br><strong>Hora de t\u00e9rmino: 17:00<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tracklog<\/strong>:&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikiloc.com\/trilhas-trekking\/pico-da-pedra-branca-pepb-47671927\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/pt.wikiloc.com\/trilhas-trekking\/pico-da-pedra-branca-pepb-47671927<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>(Relato publicado no CERJ: https:\/\/cerj.org.br\/pico-da-pedra-branca-07-03-20\/ )<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/016_PedraBranca_IMG_20200307_164604-800x400-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"400\" data-id=\"797\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/016_PedraBranca_IMG_20200307_164604-800x400-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-797\" srcset=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/016_PedraBranca_IMG_20200307_164604-800x400-1.jpg 800w, 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Bacharel em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica pela FGV\/RJ, tamb\u00e9m cursou Engenharia Eletr\u00f4nica na PUC\/RJ, mas foi nas trilhas e montanhas que encontrou seu verdadeiro caminho. J\u00e1 subiu diversas vezes nove das dez montanhas mais altas do Brasil, realizou nove expedi\u00e7\u00f5es ao Monte Roraima, tr\u00eas travessias pela Serra Fina em dois dias, quase vinte pela hist\u00f3rica Trilha do Ouro e oito travessias Petr\u00f4-Ter\u00ea em apenas um ou dois dias, e diversas outras pela Am\u00e9rica do Sul.\r\n\r\nNa Amaz\u00f4nia, organizou expedi\u00e7\u00f5es independentes ao Pico da Neblina, Monte Cabura\u00ed, Serra do Arac\u00e1, Parque do Ja\u00fa e outros destinos pouco explorados. Atualmente, conduz o projeto Quatro Extremos do Brasil, que une aventura e registro cultural, relevando os povos origin\u00e1rios e ancestrais que vivem nos pontos mais distantes, Sul, Norte, Oeste e Leste, do territ\u00f3rio nacional. Al\u00e9m das expedi\u00e7\u00f5es, foi produtor executivo de cinema, editor de jornais e revistas, fundou e presidiu associa\u00e7\u00f5es e empresas. Associado do <a href=\"https:\/\/www.ceb.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEB<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.cerj.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CERJ<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.carioca.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEC<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.ceubrasil.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEU<\/a>, foi membro do <a href=\"https:\/\/www.guanabara.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEG<\/a> e da <a href=\"https:\/\/feemerj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> FEMERJ<\/a>, associa\u00e7\u00f5es de montanhismo do RJ e SP. \u00c9 um defensor das causas ind\u00edgenas, sociais e ambientais.\r\n"}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/794","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=794"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/794\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":987,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/794\/revisions\/987"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media\/803"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=794"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=794"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=794"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=794"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}