{"id":807,"date":"2016-11-17T12:38:00","date_gmt":"2016-11-17T14:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/?p=807"},"modified":"2025-06-12T18:14:45","modified_gmt":"2025-06-12T21:14:45","slug":"desvendando-os-tesouros-dos-tres-picos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/2016\/11\/desvendando-os-tesouros-dos-tres-picos\/","title":{"rendered":"Desvendando os tesouros dos Tr\u00eas Picos\u2026"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Caixa de F\u00f3sforo, Bico Maior e Torres de Bonsucesso, um tri\u00e2ngulo de observa\u00e7\u00e3o.<\/h2>\n\n\n\n<p>Faltava mesmo dar-lhe uma aten\u00e7\u00e3o especial pois os outros parques que circundam o Rio de Janeiro estavam ocupando todos os tempos livres para as caminhadas mas, desde o \u00faltimo ATM\/16, quando vi no stand oficial do Parque Estadual dos Tr\u00eas Picos \u2013 PETP, um cartaz mostrando o roteiro de uma mega trilha-travessia de 150km, cruzando todos os vales e passando pela maioria das montanhas e picos, conhecer o maior parque do estado do RJ, se tornou uma id\u00e9ia fixa e fiquei aguardando ansiosamente o CEB programar essas trilhas. Seu tamanho \u00e9 mais do que o dobro da Ilha Grande e chega quase a metade do Parque Nacional da Serra da Bocaina. Est\u00e1 na extremidade norte dos 1500 km de extens\u00e3o da maravilhosa Serra do Mar, que come\u00e7a em Santa Catarina. E na sua zona de amortecimento est\u00e1 cercada de pequenos produtores rurais que nos permitem trazer mais do que lembran\u00e7as e fotografias para o Rio, e foi isso que fizemos, trazendo queijos, ovos caipira de gemas amarelo intenso, folhas e hortali\u00e7as. J\u00e1 \u00e9 de praxe colocar na mochila alguns sacos destinados a essas &#8220;iguarias da ro\u00e7a&#8221;. O parque tamb\u00e9m \u00e9 um dos mais novos do estado, foi fundado oficialmente em 2002. Chegar ao parque desde o Rio \u00e9 relativamente f\u00e1cil, existem v\u00e1rias entradas e n\u00e3o \u00e9 preciso ter um 4&#215;4.<\/p>\n\n\n\n<p>Tendo sido adiada uma viagem, na v\u00e9spera do final de semana vi que ainda restavam duas vagas no trekking planejado pelo Almir de Abreu e pelo o Martinus Van Beeck, que nos guiariam, e imediatamente me inscrevi. Assim, no s\u00e1bado fomos ao Bico Maior dos Dois Bicos de Friburgo, uma montanha rochosa e pouco c\u00f4nica, com um pequeno plat\u00f4 no seu cume, que vista de longe meio que intimida os menos ousados pois num dos seus lados se via um pared\u00e3o quase que vertical de algumas centenas de metros, mas do outro lado \u2013 por onde subimos \u2013 era bem suave. Ali\u00e1s, essa \u00e9 uma caracter\u00edstica de muitos maci\u00e7os de granito da Serra do Mar criando formas quase m\u00e1gicas que desafiam a imagina\u00e7\u00e3o, como a Caixa de F\u00f3sforo, onde a eros\u00e3o de milh\u00f5es de anos deixou a vista gigantescos blocos de granito suspensos como totens de um mundo de gigantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Como \u00e9ramos um grupo grande, em torno de duas dezenas de caminhantes, os animais silvestres n\u00e3o se deixam avistar facilmente, mas estavam l\u00e1 percebendo nossa presen\u00e7a. Num certo momento ouvimos o canto enigm\u00e1tico da Araponga, bela ave branca que sugere a batida de uma bigorna ou mola met\u00e1lica. Vimos tamb\u00e9m alguns casais de gavi\u00f5es ca\u00e7ando pelos campos. Mas, ali tamb\u00e9m \u00e9 terra dos felinos, como a su\u00e7uarana e a jaguatirica, mas muito ariscos para se deixarem avistar facilmente. No caminho vimos muitas flores e pequenas florestas de brom\u00e9lias florescendo nas escarpas dos pared\u00f5es rochosos.<br>O Bico Maior seria a nossa primeira montanha a ser conquistada. Deixamos nossos carros perto do in\u00edcio da trilha, pr\u00f3ximo da \u00faltima fazenda do entorno, e abrindo e fechando port\u00f5es, subimos. Logo no in\u00edcio encontramos alguns belos exemplares de um gado que \u00e9 o s\u00edmbolo do gado pantaneiro, o Tucura do Pantanal, mas que est\u00e1 quase extinto no Brasil, depois de existir aos milh\u00f5es. Seus chifres simetricamente iguais, opostos e circulares, lhes d\u00e3o uma est\u00e9tica imposs\u00edvel de n\u00e3o ganharem muitas fotos de todos os cruzam por eles.<\/p>\n\n\n\n<p>Caminhamos suavemente por 3,19km km at\u00e9 chegar ao plat\u00f4 do cume a 1.513 metros de altitude (6,38km de ida-e-volta), onde fizemos o lanche coletivo, o descanso, a inevit\u00e1vel sess\u00e3o de fotos e assinamos o livro do cume. Isso mesmo, ali tem um livro do cume! Era mais uma montanha conquistada entre todas as montanhas que a vida nos presenta. Na volta paramos na bel\u00edssima Cachoeira dos Frades, que forma v\u00e1rias quedas e uma enorme piscina de banho.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s 38 km de estrada, parte no asfalto e parte na terra, chegamos onde seria a nossa primeira e \u00fanica noite, um ref\u00fagio de montanha, o apraz\u00edvel Ref\u00fagio dos Tr\u00eas Picos, situado no meio do caminho da entrada do Parque, cujo propriet\u00e1rio, o Zezinho, ficou \u00edntimo e nos tratou como parte de sua fam\u00edlia. Esta regi\u00e3o do entorno do Parque \u00e9 repleta de pequenos produtores rurais e outras pousadas parecidas. Nossa primeira noite foi de saborear cervejas artesanais e um vinho, jantando num buffet que agradou tanto os carn\u00edvoros como os vegetarianos.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia seguinte fomos conhecer um dos lugares mais belos do parque, a montanha gran\u00edtica chamada Caixa de F\u00f3sforo, um mon\u00f3lito a 1.803 metros de altitude tamb\u00e9m conhecido como Pedra dos Milagres, por estar &#8220;milagrosamente&#8221; apoiada. Iniciamos a trilha de 3,75 km um pouco mais acima da pousada (7,4km de ida-e-volta), entrando no parque por um caminho repleto de grandes arauc\u00e1rias e pinheiros, nos mais belos cen\u00e1rios dos campos de altitude da Serra do Mar, cercado de v\u00e1rios picos e montanhas, indo at\u00e9 a sede do parque e ao local acampamento onde estavam sendo realizadas as \u00faltimas aulas do CBM-99. Como n\u00e3o podia deixar de ser, fizemos a foto coletiva com mais de 30 CEBianos! (ou CEBenses!).<br>Numa trilha bem sinalizada nas bifurca\u00e7\u00f5es, fomos todos subindo quase sempre em fila indiana, conversando em pequenos grupos, passando ao lado de montanhas e pedras famosas como o Capacete, o Pico Maior, o Pico Menor. J\u00e1 no alto, nos diversos mirantes que surgem, v\u00edamos os conjunto dos vales principais, de um lado o vale dos Frades e do outro o vale dos Deuses, e mais ao longe a pedra Cabe\u00e7a do Drag\u00e3o, entre tantas outras. Chegamos em frente da Caixa de F\u00f3sforo mas ainda havia o trecho mais dif\u00edcil a vencer com apoio de uma corrente e das cordas que levamos, pois seria como ir a Roma e n\u00e3o ver o Papa se cheg\u00e1ssemos l\u00e1 e n\u00e3o sub\u00edssemos na base daquele totem monol\u00edtico que parece desafiar as leis da gravidade. Realmente, estando ao lado dele ficamos alguns minutos nos indagando como tudo aquilo foi formado e qu\u00e3o bela \u00e9 a natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>As Torres de Bonsucesso, que formam um dos v\u00e9rtices do tri\u00e2ngulo de observa\u00e7\u00e3o do Parque, junto com o Bico Maior e a Caixa de F\u00f3sforo, foram conquistadas tr\u00eas semanas antes em um \u00fanico dia, num trekking taticamente perfeito subindo primeiro na Torre Maior, de caminhada mais exigente, com 2.034 metros de altitude, e ao retornar indo nas demais, a Torre M\u00e9dia e o Ferro de Passar Roupa, numa trilha de 7,3 km de ida e volta guiada pelo Fernando Magalh\u00e3es, e repleta de emo\u00e7\u00e3o pois t\u00ednhamos, semelhante ao Bico Maior e \u00e0 Caixa de F\u00f3sforo, de um lado o abismo, um pared\u00e3o rochoso quase vertical, e no outro lado, numa inclina\u00e7\u00e3o mais suave, a floresta ombr\u00f3fila de alta montana, por onde caminhamos.<\/p>\n\n\n\n<p>A miss\u00e3o estava cumprida! Com a Caixa de F\u00f3sforo, o Bico Maior e as tr\u00eas Torres de Bonsucesso, podemos dizer que experimentamos la cr\u00e8me de la cr\u00e8me do Parque Estadual dos Tr\u00eas Picos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c1lbum das fotos do trekking Bico Maior e Cx de F\u00f3sforo: https:\/\/goo.gl\/photos\/yvkuAjpVyYcGZC8d6<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c1lbum das Torres de Bonsucesso: https:\/\/goo.gl\/photos\/PP2d5x6iwz6zdmZJ8<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_TrianguloDeObservacao.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"810\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_TrianguloDeObservacao-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-810\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O tri\u00e2ngulo de observa\u00e7\u00e3o do Parque Estadual do Tr\u00eas Picos do qual pudemos vislumbrar todas as belezas do maior parque do estado.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_CaixaDeFosforo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"808\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_CaixaDeFosforo-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-808\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A altimetria da trilha para a Caixa de F\u00f3sforo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_TorresDeBonsucesso.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"834\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_TorresDeBonsucesso-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-834\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A altimetria da trilha para as tr\u00eas Torres de Bonsucesso.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_BicoMaiorDosDoisBicosDeFriburgo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"809\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/PETP_BicoMaiorDosDoisBicosDeFriburgo-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-809\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A altimetria da trilha para os dois Bicos de Friburgo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0625_CaminhoInicialDasTorresDeBonsucesso-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"818\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0625_CaminhoInicialDasTorresDeBonsucesso-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-818\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O caminho para a Torres de Bonsucesso come\u00e7a cercado de pequenos produtores rurais.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0648_TorresDeBonsucesso-1-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"819\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0648_TorresDeBonsucesso-1-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-819\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0684_TorresDeBonsucesso-2-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"821\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0684_TorresDeBonsucesso-2-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-821\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0685_TorresDeBonsucesso-2-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"822\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0685_TorresDeBonsucesso-2-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-822\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A vista mais emblem\u00e1tica das Torres de Bonsucesso onde vislumbramos os abismos escarpados \u00e0 esquerda e a trilha na montanha \u00e0 direita.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0695_CaminhoParaOs2BicosDeFriburgo-1-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"823\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0695_CaminhoParaOs2BicosDeFriburgo-1-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-823\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0700_CaminhoParaOs2BicosDeFriburgo-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"824\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0700_CaminhoParaOs2BicosDeFriburgo-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-824\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ao longe os dois Bicos de Friburgo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0701_GadoPantaneiro_oTocura-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"825\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0701_GadoPantaneiro_oTocura-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-825\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O caminho para os dois Bicos de Friburgo tamb\u00e9m come\u00e7a perto de produtores rurais, mas fazendas de gado.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0703_GadoPantaneiro_oTocura-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"826\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0703_GadoPantaneiro_oTocura-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-826\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma surpresa inusitada: encontramos bel\u00edssimos exemplares do Tocura, o gado simbolo do Pantanal que j\u00e1 foi quase extinto.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0733_ClassicaFotoNoCumeDoBicoMaior-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"827\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0733_ClassicaFotoNoCumeDoBicoMaior-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-827\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0750_CachoeiraDosFrades-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"828\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0750_CachoeiraDosFrades-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-828\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Depois da trilha a enorme cachoeira dos Frades com suas duas quedas e \u00e1guas especiais.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0785_PousadaDeMontanhistas-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"829\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0785_PousadaDeMontanhistas-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-829\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Nosso grupo dormiu na pousada dos montanhistas: o Ref\u00fagio dos Tr\u00eas Picos.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0801_SaudacaoInicialDaTrila-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"830\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0801_SaudacaoInicialDaTrila-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-830\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0802_NoInicioTrilhaDaCaixaDeFosforo-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"831\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0802_NoInicioTrilhaDaCaixaDeFosforo-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-831\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O grupo se preparando para iniciar a trilha para a Caixa de F\u00f3sforo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-thumbnail\"><a href=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0814_PlacaSinalizadoraDasTrilhas-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" data-id=\"832\" src=\"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/DSCN0814_PlacaSinalizadoraDasTrilhas-150x150.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-832\"\/><\/a><\/figure>\n<\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caixa de F\u00f3sforo, Bico Maior e Torres de Bonsucesso, um tri\u00e2ngulo de observa\u00e7\u00e3o. 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Bacharel em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica pela FGV\/RJ, tamb\u00e9m cursou Engenharia Eletr\u00f4nica na PUC\/RJ, mas foi nas trilhas e montanhas que encontrou seu verdadeiro caminho. J\u00e1 subiu diversas vezes nove das dez montanhas mais altas do Brasil, realizou nove expedi\u00e7\u00f5es ao Monte Roraima, tr\u00eas travessias pela Serra Fina em dois dias, quase vinte pela hist\u00f3rica Trilha do Ouro e oito travessias Petr\u00f4-Ter\u00ea em apenas um ou dois dias, e diversas outras pela Am\u00e9rica do Sul.\r\n\r\nNa Amaz\u00f4nia, organizou expedi\u00e7\u00f5es independentes ao Pico da Neblina, Monte Cabura\u00ed, Serra do Arac\u00e1, Parque do Ja\u00fa e outros destinos pouco explorados. Atualmente, conduz o projeto Quatro Extremos do Brasil, que une aventura e registro cultural, relevando os povos origin\u00e1rios e ancestrais que vivem nos pontos mais distantes, Sul, Norte, Oeste e Leste, do territ\u00f3rio nacional. Al\u00e9m das expedi\u00e7\u00f5es, foi produtor executivo de cinema, editor de jornais e revistas, fundou e presidiu associa\u00e7\u00f5es e empresas. Associado do <a href=\"https:\/\/www.ceb.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEB<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.cerj.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CERJ<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.carioca.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEC<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.ceubrasil.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEU<\/a>, foi membro do <a href=\"https:\/\/www.guanabara.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> CEG<\/a> e da <a href=\"https:\/\/feemerj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> FEMERJ<\/a>, associa\u00e7\u00f5es de montanhismo do RJ e SP. \u00c9 um defensor das causas ind\u00edgenas, sociais e ambientais.\r\n"}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/807","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=807"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/807\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":840,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/807\/revisions\/840"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media\/811"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=807"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=807"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=807"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.montanhas.eco.br\/w\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=807"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}